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Azeite de oliva: como escolher

08 Mai

Óleo vegetal é aliado nos tratamentos de beleza, mas tem seus segredinhos na hora da compra.

Olá, seguidores do NVSC! Hoje minha dica é sobre como escolher um bom azeite de oliva. Conhecido há mais de 5 mil anos nos países do Mediterrâneo, onde compõe a maioria dos pratos, virou um dos meus ingredientes preferidos nos tratamentos de beleza caseiros.

Seja para uso culinário ou na cosmética, o produto deve ter baixa acidez e a melhor opção nesse sentido são os extravirgens, os quais possuem mais fotoquímicos com propriedades antioxidantes e a presença de ácido oleico não ultrapassa 1%. No entanto, recomendo que você escolha os que possuem acidez máxima de 0,5% pois são ainda melhores.

Mas não é só a acidez e a pureza que importam. Também é preciso prestar atenção ao sabor, cor, viscosidade e procedência. Isso pode ser crucial se você quiser um bom efeito na pele e cabelos. Aqui tem uma tabela bem legal mostrando os vários tipos de azeite. Vale a pena dar uma olhada!

Ao escolher seu azeite, preste atenção nestes aspectos:
1) azeite extravirgem com acidez máxima de 0,5%;
2) envasado em garrafas escuras para evitar que oxidem já na prateleira. Agora aprendi que também é melhor pegar os do fundo da prateleira que ficam menos expostos à luz no supermercado;
3) procedência: no rótulo, observe o termo "produzido" que se refere ao azeite que foi produzido e engarrafado no mesmo local. Já o termo engarrafado, não garante a devida procedência.

Particularmente, prefiro os pDivulgação/NVSCroduzidos e envasados em Portugal, e apenas distribuídos no Brasil. Isso porque recentemente comprei o Terra de Quintela aí da foto, com baixa acidez, extravirgem, tudo certo. Mas ao abrir notei que era mais claro do que o normal e o gosto não era bem de oliva, parecia óleo de soja... resolvi deixá-lo apenas para uso cosmético, mas nem para os cabelos me agradou. O efeito de deslizamento, umectação e nutrição não foram os mesmos de outros azeites que já usei. Olhei o rótulo e descobri que esse produto era envasado no Brasil, por isso a importância de ler as informações sobre procedência. Talvez tenha sido misturado com outro óleo...

Fiquei com os dois pés atrás, então hoje voltei a comprar de uma marca que gosto muito, que é a Casa Pontinha (Andorinha também é ótimo!). Esse já vem envasado para o Brasil, além de ter um sabor e aroma bem característicos do azeite. Sinceramente, dá até pena de usar no cabelo, ahahaha.

4) Sabor, cor e viscosidade: ninguém vai decorar tabela! Aposte no seu paladar, se tiver um gosto estranho, desconfie. A cor do azeite é um amarelo levemente esverdeado, brilhante, não é incolor nem amarelo pálido. Ele é mais viscoso do que o óleo de cozinha comum, se estiver muito líquido, quase como água, procure outro.

PROPRIEDADES

Extraído da azeitona por processos , o azeite de oliva é rico em gorduras monoinsaturadas, que são boas para o organismo. Ele também tem efeito anti-inflamatório que contribui para o controle da diabetes tipo 2 (melhorando a captação de insulina na célula), é rico em antioxidantes (vitamina E, caroteno e polifenóis capazes de combater os radicais livres que envelhecem as células) e em vitamina K, além de ajudar a reduzir o colesterol ruim (LDL), proteger o coração, o cérebro e os ossos. A medida recomendada para consumo diário é de duas colheres de sopa (25g).

Na Roma antiga, o azeite de oliva integrava os rituais de saúde e beleza dos romanos, que massageavam a pele com ele, sem enxaguar. O produto é benéfico para a pele e cabelos, dada a grande quantidade de vitamina E, podendo ser aplicado diretamente, fazer parte da composição de cosméticos e tratamentos em spas, além de compor receitas caseiras de máscaras para fios danificados e removedores de maquiagem.

Uso regularmente em máscaras capilares caseiras ou fazendo misturas com outras industrializadas e também na umectação, como você pode ver aqui.

E você, como escolhe seu azeite? Esse post foi útil? Deixe seu comentário aqui.

Fontes: Site Melhor com saúde e Portal Unimed.

Andréa da Luz

Bem-vindo ao Não Vivo sem Cosméticos, projeto da jornalista e engª química Andréa da Luz, no ar desde 2007. Acompanhe-nos também pelo Twitter, Facebook e Youtube!

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